Cozinhas profissionais

Sistemas fixos de extinção e intertravamento

Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas fixos de extinção por agente químico úmido (saponificante) para equipamentos de cocção, coifas, plenos, filtros e dutos, com acionamento manual e automático e os comandos de segurança definidos para a instalação.

Cozinha profissional com sistema de combate a incêndio

Situações de atendimento

Projeto, revisão e manutenção do sistema da cozinha

A avaliação considera a linha de cocção, a coifa, o pleno, os filtros, o duto, a exaustão, as fontes de energia, os dispositivos de acionamento e as interfaces existentes.

Sistema novo

Projeto e implantação

Levantamento dos equipamentos e riscos, definição da configuração do sistema, pontos de descarga, tubulação, acionamento e interfaces.

Adequação

Mudança de layout ou equipamentos

Revisão da cobertura quando houver alteração do tipo, da posição ou das dimensões dos equipamentos, da coifa ou da linha de cocção.

Base instalada

Inspeção e manutenção

Verificação do agente, do cilindro, da detecção, do acionamento, da tubulação, dos bicos, da sinalização e dos comandos associados.

Comandos

Intertravamentos

Definição e teste dos comandos de gás, alimentação elétrica, ventilação, sinalização e supervisão conforme a matriz de causa e efeito.

UL 300 na prática

A proteção precisa acompanhar a linha de cocção.

Um sistema ensaiado conforme UL 300 é aplicado a riscos e arranjos definidos pelo fabricante. Entram nessa conferência o tipo e a posição de fritadeiras, chapas, coifas, dutos e demais equipamentos protegidos.

Se a cozinha muda, a cobertura precisa ser revista. A Lang confere o arranjo da linha, a posição dos bicos e os intertravamentos previstos antes de definir o que será mantido ou alterado.

Engenharia do sistema

Dimensionamento baseado na linha de cocção e no sistema de exaustão

Óleos e gorduras de cocção operam em temperaturas elevadas e podem reacender após a extinção inicial. O sistema deve ser selecionado e instalado de acordo com a aplicação, a listagem, o manual do fabricante e os requisitos definidos para o empreendimento.

Levantamento do risco

Inventário do tipo, das dimensões e da posição dos equipamentos, além da coifa, pleno, filtros, duto, fontes de energia, ventilação e acessos.

Projeto e instalação

Definição da unidade de agente, tubulação, bicos de descarga, detecção, mecanismo de atuação e acionamento manual conforme a configuração aprovada do sistema.

Inspeção e manutenção

Verificação do cilindro, agente, detecção, atuação, tubulação, bicos, acionamento manual, sinalizações e interfaces de bloqueio.

Configurações de proteção

A configuração depende da listagem e da aplicação

Proteção específica por equipamento

Os bicos são selecionados e posicionados para os riscos definidos de cada equipamento, dentro dos limites e arranjos previstos pelo fabricante.

Proteção por sobreposição

As zonas de descarga se sobrepõem para formar uma área contínua de proteção, dentro das dimensões, alturas e restrições previstas na listagem do sistema.

A escolha entre as configurações depende do fabricante, da listagem, do tipo de equipamento, das dimensões, do posicionamento e das condições previstas no manual. Não adote espaçamento uniforme de bicos como critério genérico.

Intertravamento

Comandos de segurança e supervisão do sistema

A atuação do sistema de extinção deve gerar os comandos previstos na matriz de causa e efeito: bloqueio das fontes de calor e combustível dos equipamentos protegidos, sinalização local e remota, supervisão de estados e integração com o SDAI ou o sistema predial quando prevista. O comportamento da exaustão e da insuflação deve seguir o projeto, a listagem do sistema e os requisitos aplicáveis.

  • Monitoramento de entradas de detecção, atuação, falha e disponibilidade.
  • Comandos para válvulas de gás, alimentação elétrica, exaustão, insuflação e sinalização, conforme a matriz de causa e efeito.
  • Supervisão e parametrização por interface web no LEC-17.
  • Integração por BACnet ou contatos de interface, conforme a arquitetura do projeto.
Interface do servidor web do controlador LEC-17
Interface de supervisão pelo servidor web do LEC-17

Controlador de intertravamento

LEC-17

O LEC-17 é um controlador dedicado à supervisão e ao intertravamento dos sistemas de segurança da cozinha. Reúne entradas digitais e para sensores NTC, saídas a relé, interface Ethernet, comunicação RS-485 e servidor web. A integração com sistemas supervisórios pode ser feita por BACnet, conforme a arquitetura e a configuração do projeto.

Os pontos de entrada e saída, os comandos, as permissões e as condições de falha devem ser definidos na matriz de causa e efeito da instalação.

Escopo técnico

Escopo definido a partir da configuração instalada

A proposta identifica os equipamentos protegidos, a configuração do sistema, os comandos, as interfaces, os testes e os documentos incluídos no fornecimento.

  • Levantamento de coifas, plenos, dutos, filtros e equipamentos de cocção.
  • Definição de cilindros, tubulações, bicos de descarga e dispositivos de acionamento.
  • Interfaces com gás, alimentação elétrica, ventilação, sinalização e sistemas supervisórios.
  • Testes funcionais, registros técnicos e orientação da equipe, quando incluída.
  • Manutenção preventiva, corretiva e substituição de componentes conforme o fabricante.
  • Reavaliação após reformas, ampliações ou alterações na linha de cocção.

Dúvidas frequentes

Informações para definição do sistema da cozinha

O que é um sistema fixo por agente químico úmido?

É um sistema destinado à proteção de equipamentos e áreas de cocção sujeitos a incêndios com óleos e gorduras. A configuração reúne agente, detecção, descarga, acionamento e comandos de segurança definidos para a aplicação.

O que muda quando a cozinha altera os equipamentos?

O tipo, a posição e as dimensões dos equipamentos podem alterar a cobertura e os comandos previstos. Mudanças de layout, coifa ou linha de cocção devem ser avaliadas antes da operação.

Qual é a função do intertravamento?

O intertravamento executa e supervisiona os comandos definidos na matriz de causa e efeito, como bloqueios de gás e energia, sinalização e interfaces com ventilação ou sistemas prediais.

O sistema sempre desliga o exaustor?

Não existe uma resposta única. O comportamento da exaustão e da insuflação deve seguir o projeto, a listagem do sistema, o manual do fabricante e os requisitos aplicáveis à instalação.

A Lang atende fora de Curitiba?

Sim. A mobilização para outras regiões é definida conforme localidade, porte, prazo e planejamento do contrato.

Avaliação

Informe a configuração da cozinha e a base instalada para análise inicial

Solicitar análise técnica